MEDICAMENTO EXPERIMENTAL DOS EUA É LIBERADO EM OPERAÇÃO EXPRESSA PARA TRATAMENTO DE LITO SOUSA

Por Redação 14/09/2026 16:48 • Atualizado Há 14 horas
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Uma força-tarefa entre a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a Receita Federal viabilizou o desembarque e o despacho em tempo recorde da substância experimental ALN-6457, vinda de Nova York, destinada ao tratamento do influenciador e especialista em aviação Lito Sousa. O produto chegou ao Aeroporto Internacional de Guarulhos e seguiu de helicóptero diretamente para o Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, devido à rápida perda de eficácia da substância com o passar do tempo.

Desenvolvido pela farmacêutica norte-americana Regeneron, o ALN-6457 encontra-se em fase pré-clínica de pesquisas e ainda não passou por testes formais em seres humanos para a condição. A concessão do tratamento ocorreu via mecanismo de uso compassivo — instrumento regulatório que permite o acesso a produtos experimentais por pacientes com doenças graves e sem alternativas terapêuticas disponíveis na medicina tradicional. A solicitação formal da Anvisa foi apresentada pela equipe médica do hospital após articulação direta da família.

Lito Sousa, de 59 anos, foi diagnosticado com a doença de Creutzfeldt-Jakob, uma enfermidade neurológica rara, degenerativa e sem cura, provocada por príons. Em declaração pública, a esposa do influenciador, Mila Seidl, esclareceu que o contato com a empresa fabricante partiu do próprio casal e da equipe médica responsável, afastando rumores sobre o uso de recursos públicos ou intermediação política. O paciente segue sob supervisão médica e cuidados multidisciplinares.

Destaques da Operação e do Tratamento

  • Compostos e Origem: Substância ALN-6457, desenvolvida pela farmacêutica Regeneron (EUA).
  • Logística Expressa: Desembarque em Guarulhos, liberação imediata pela Receita e Anvisa e transporte aéreo até o hospital.
  • Base Regulatória: Autorização de uso compassivo pela Anvisa para doença rara e sem tratamento definitivo.
  • Esclarecimentos: Família confirma que não houve uso de verbas públicas nem apadrinhamento político para o envio.

crédito: Reprodução/Redes Sociais

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