A liquidação do Banco Pleno, decretada nesta quarta-feira (18) pelo Banco Central do Brasil, deve gerar impactos diretos no bolso dos consumidores. A instituição integrava o conglomerado do Banco Master até 2025 e sua quebra amplia para mais de R$ 50 bilhões o rombo do Fundo Garantidor de Créditos, somando também os casos do Master e do Will Bank.
Segundo o economista e professor universitário Paulo Alencar, a recomposição do caixa do FGC deve levar os bancos a repassarem esse custo extra aos clientes. Com isso, empréstimos, financiamentos de imóveis e veículos tendem a ficar mais caros, tanto para pessoas físicas quanto jurídicas.
O FGC anunciou um plano emergencial que prevê o adiantamento de contribuições futuras e uma taxa extraordinária por parte das instituições financeiras. Entre os bancos mais impactados estão Itaú, Bradesco, Santander, Caixa e Banco do Brasil, responsáveis pela maior parte das contribuições ao fundo.

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