CRISE NO PL ABRE CAMINHO PARA HEGEMONIA DO PARTIDO NOVO NA DIREITA PERNAMBUCANA

    Por Redação 27/02/2026 16:31 • Atualizado 27/02/2026
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    O cenário político da direita em Pernambuco vive um momento de transição profunda. Enquanto o PL (Partido Liberal) enfrenta um colapso interno marcado por disputas de ego e falta de coordenação, o Partido Novo surge como a força organizada que pode herdar o espólio conservador no estado. A análise, assinada por Rodrigo Ambrósio, aponta que o “modo de operação” do PL — baseado em barulho e brigas pelo controle da imagem de Jair Bolsonaro — esgotou sua eficácia.

    A saída de nomes como Mano Medeiros e o rompimento público entre Gilson Machado Neto e Anderson Ferreira expuseram as fissuras do grupo. Gilson, após ser chamado de “desertor”, escancarou a guerra de bastidores que domina a legenda. Em contraste, o Novo, sob a liderança de Tecio Teles, adotou uma postura pragmática: foco em método, disciplina e formação de quadros.

    Com uma chapa proporcional já estruturada e nomes como Eduardo Moura ganhando peso no debate majoritário, o Novo se diferencia pela capacidade de planejamento a longo prazo, já mirando as eleições de 2028. Em um campo político que não tolera vácuo, a organização do Novo parece estar vencendo a barulhenta fragmentação do bolsonarismo tradicional em Pernambuco.

    Imagem/Reprodução

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