PESQUISA QUAEST: 68% DOS BRASILEIROS DEFENDEM MAIORES EXIGÊNCIAS PARA NOMEAÇÃO DE MINISTROS DO STF

Por Redação 14/09/2026 17:52 • Atualizado Há 12 horas
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Uma nova pesquisa do instituto Quaest, encomendada pela TV Globo e pelo jornal O Globo e divulgada nesta segunda-feira (14), revela que 68% dos brasileiros são favoráveis ao aumento dos critérios e exigências para a nomeação de novos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). O levantamento, realizado com 2.004 eleitores entre os dias 10 e 13 de setembro, captou a percepção da população em meio aos intensos embates internos na Corte relacionados às apurações do Caso Master.

A sondagem aponta ainda que 53% dos entrevistados defendem a instituição de mandatos com tempo fixo para os magistrados do STF, contra 30% que se posicionam contra a alteração das regras atuais. Além disso, metade dos eleitores (50%) apoia que as indicações para as cadeiras do tribunal deixem de ser exclusivas do Presidente da República e passem a contar com a participação direta do Congresso Nacional e do Poder Judiciário.

O cenário de crise institucional refletiu-se diretamente no índice de aprovação da Corte: o percentual de brasileiros que afirmam “não confiar” no STF subiu dez pontos percentuais em relação a agosto, atingindo 56% da população e retornando aos patamares de desconfiança registrados nos meses de abril e maio deste ano. Quanto aos impactos do escândalo do Banco Master, 46% dos ouvidos avaliam que o caso prejudica a imagem dos três Poderes de maneira equivalente.

Destaques da Pesquisa Quaest no STF

  • Maior Rigor: 68% dos eleitores apoiam ampliar as exigências para o ingresso no tribunal.
  • Mandato Fixo: 53% são favoráveis a determinar tempo limite de atuação para os ministros.
  • Indicações Divididas: 50% concordam que o Congresso e o Judiciário participem da escolha dos nomes.
  • Índice de Confiança: Desconfiança no STF sobe dez pontos e chega a 56% dos entrevistados.

Imagem/Reprodução

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