SOLIDARIEDADE E APOIO: BRASIL MANIFESTA CONSTERNAÇÃO E OFERECE ASSISTÊNCIA À VENEZUELA APÓS TERREMOTO DEVASTADOR

Por Redação 25/06/2026 14:43 • Atualizado Há 2 horas
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O governo brasileiro anunciou a mobilização de suas estruturas diplomáticas e de assistência humanitária para prestar apoio à Venezuela. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou, por meio de suas redes sociais, “grande preocupação e consternação” com os severos impactos do terremoto de magnitude 7,5 que atingiu o país vizinho na quarta-feira (24). Balanços iniciais divulgados por agências internacionais apontam que o desastre já deixou dezenas de mortos registrados oficialmente, mas o número total de vítimas fatais pode aumentar significativamente nas próximas horas devido ao colapso de edifícios.

Em orientação direta, o chefe do Executivo brasileiro instruiu o Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) a monitorar de perto a evolução do cenário junto à Embaixada do Brasil em Caracas. O objetivo é mapear as demandas mais urgentes e definir as medidas práticas de ajuda humanitária e logística que o Brasil enviará para colaborar com a reestruturação das localidades afetadas. Lula também reforçou o compromisso de cooperação mútua com o governo da presidente encarregada, Delcy Rodríguez.

O Ministério das Relações Exteriores emitiu uma nota oficial de pesar pelas perdas humanas e materiais decorrentes da atividade tectônica no território vizinho. O comunicado reafirma a solidariedade do Estado brasileiro ao povo venezuelano e faz votos de pronta recuperação aos mais de 700 feridos contabilizados pelas equipes de socorros locais.

A pasta informou ainda que, até o presente momento, não há o registro de cidadãos brasileiros entre os feridos ou mortos na catástrofe. Para resguardar a comunidade nacional que reside ou transita pela Venezuela, o plantão consular do Itamaraty foi colocado em regime de prontidão permanente para fornecer suporte emergencial em Caracas e nas regiões próximas ao epicentro do abalo sísmico.

Moradores procuram sobreviventes entre prédios que desabaram após o terremoto na Venezuela – Ariana Cubillos

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