DESEMPREGO NO BRASIL CAI PARA 5,2% NO 3º TRIMESTRE DE 2026 E É O MENOR PARA O PERÍODO DESDE 2012, REVELA IBGE

Por Redação 30/10/2026 13:40 • Atualizado Há 18 horas
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A taxa de desocupação no Brasil recuou para 5,2% no terceiro trimestre de 2026, atingindo o menor patamar registrado para o período desde o início da série histórica em 2012. Os dados constam na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No trimestre anterior (abril a junho), o índice situava-se em 5,4%, enquanto em igual período de 2025 registrava 5,6%.

Com o recuo da taxa, o contingente de pessoas desocupadas no país caiu para 5,6 milhões — uma redução de 4% (menos 234 mil trabalhadores) em relação ao trimestre anterior e de 6,9% (menos 417 mil pessoas) na comparação anual. Por outro lado, a população ocupada atingiu o recorde histórico de 103,6 milhões de trabalhadores, representando uma alta de 0,6% frente ao trimestre anterior e crescimento de 1,2% em 12 meses. O nível da ocupação (percentual de pessoas trabalhando na população em idade ativa) subiu para 59%.

A pesquisa do IBGE também apontou estabilidade no rendimento médio habitual do trabalhador brasileiro, que ficou estimado em R$ 3.790 (alta real de 3,6% no confronto anual). O avanço da ocupação e da renda impulsionou a massa de rendimento real habitual para o valor recorde de R$ 387,5 bilhões. A taxa de informalidade no país ficou em 37,5% da população ocupada, englobando 38,8 milhões de trabalhadores.

Principais Indicadores da Pnad Contínua (3º Trimestre de 2026)

  • Taxa de Desocupação: 5,2% (menor índice para o trimestre desde 2012).
  • População Desocupada: 5,6 milhões de pessoas (queda de 4% no trimestre).
  • População Ocupada: 103,6 milhões de trabalhadores (recorde da série histórica).
  • Rendimento Médio Habitual: R$ 3.790 (crescimento de 3,6% em relação ao ano anterior).
  • Massa de Rendimento Real: R$ 387,5 bilhões (recorde histórico com alta anual de 4,7%).
  • Taxa de Informalidade: 37,5% da população ocupada (38,8 milhões de trabalhadores).

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