CASO BEATRIZ: JUSTIÇA NEGA PEDIDO DA DEFESA PARA SUSPENDER PROCESSO E LUCINHA MOTA AFIRMA: “CUSTE O QUE CUSTAR, O JÚRI VAI ACONTECER”

Por Redação 11/08/2026 14:33 • Atualizado Há 18 horas
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A Justiça de Pernambuco negou o pedido liminar apresentado pela defesa de Marcelo da Silva, réu pelo assassinato da menina Beatriz Angélica, para suspender temporariamente o andamento do processo. Os advogados do acusado tentavam paralisar a ação até que o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) julgasse um pedido de transferência do Tribunal do Júri de Petrolina para o Recife, sob a alegação de que a atuação política da mãe da vítima, Lucinha Mota, poderia afetar a imparcialidade dos jurados.

A decisão monocrática do desembargador Honório Gomes do Rego Filho, divulgada nesta terça-feira (11 de agosto de 2026), apontou a ausência de urgência para a concessão da medida liminar, uma vez que o júri popular ainda não possui data marcada. Nas redes sociais, Lucinha Mota desabafou sobre os sucessivos recursos da defesa e reafirmou a busca por justiça. A defesa do réu informou que recebe a decisão com respeito e aguarda a análise do mérito da transferência de comarca.

Próximos Passos do Processo

O relator do caso fixou o prazo de cinco dias para que a Vara do Júri de Petrolina preste esclarecimentos sobre o andamento processual. Em seguida, o Ministério Público, a assistência de acusação e a Procuradoria de Justiça Criminal deverão emitir pareceres antes do julgamento definitivo sobre a mudança do júri.

Mãe da menina Beatriz afirma que: “mais uma tentativa de adiar a responsabilização foi rejeitada” (Reprodução/Rede Social)

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