RECEITA FEDERAL ABRE CONSULTA AO SEGUNDO LOTE DA RESTITUIÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA 2026, O MAIOR DA HISTÓRIA

Por Redação 23/06/2026 16:17 • Atualizado Há 3 horas
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A Receita Federal liberou na manhã desta terça-feira, 23 de junho de 2026, as consultas ao segundo lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de 2026. De acordo com a instituição, este lote bateu o recorde histórico em volume de beneficiados, com um total de 9,58 milhões de contribuintes contemplados. O montante global de recursos que serão injetados na economia atinge a marca de R$ 16 bilhões, mesmo patamar financeiro registrado no lote inicial pago no mês anterior. O depósito bancário nas contas dos cidadãos está programado para o dia 30 de junho.

As estatísticas oficiais do Fisco indicam que o pagamento deste lote será destinado integralmente a contribuintes que se enquadram nos critérios de prioridade legal ou administrativa. Do valor totalizado, R$ 4,49 bilhões contemplam grupos prioritários assegurados por lei, divididos entre 155.060 idosos acima de 80 anos, 1,1 milhão de contribuintes entre 60 e 79 anos, 106.294 pessoas com deficiência física, mental ou portadoras de moléstias graves, e 507.768 profissionais cuja principal fonte de renda é o magistério. O restante do lote beneficiará 7,7 milhões de declarantes que obtiveram preferência ao utilizar o modelo de declaração pré-preenchida ou que optaram pelo Pix como formato de recebimento.

A verificação do status do pagamento pode ser efetuada pelos usuários por meio do portal oficial da Receita Federal na internet, clicando na seção “Meu Imposto de Renda” e selecionando o botão “Consultar a Restituição”, ou por meio de aplicativos para smartphones e tablets. Os canais digitais exibem o extrato de processamento completo da declaração. Somados, o primeiro e o segundo lote de 2026 totalizam o repasse de R$ 32 bilhões e suprem cerca de 80% do universo total de restituições previstas para o atual ano fiscal.

O órgão ministerial pontuou que os cidadãos que constatarem falhas ou dados bancários incorretos no sistema poderão realizar o reagendamento do depósito via Banco do Brasil por um intervalo de até um ano. Por outro lado, caso a consulta aponte divergências cadastrais que travaram o envio do dinheiro, o contribuinte terá caído na chamada “malha fina”. Nessas circunstâncias, as inconsistências devem ser verificadas diretamente no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) via login unificado do Governo Federal, permitindo o envio de uma declaração retificadora para a correção dos dados e liberação posterior do saldo.

Imposto de renda — Foto: Marcos Serra/g1

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